domingo, 4 de maio de 2008

Nossa rocha, sempre eterna não treme nunca. É com essa certeza no coração que passamos mais uma semana.
Sou gaúcho de nascimento, natural de uma pequena cidade chamada Alegrete, na fronteira com a Argentina. Cidade tradicionalista onde as pessoas ainda usam bombachas como traje de gala, onde o chimarrão ainda acalenta o corpo nas manhãs frias de inverno, com o vento minuano achando brechas nas roupas para congelar o corpo desprotegido. Onde fazer churrasco não precisa de motivo, basta reunir os amigos.

Mesmo acostumado com tudo isso, com o frio, com a desconfiança, que é peculiar do nosso povo gaúcho, ainda me impressiono com tamanha resistência ao evangelho aqui no sul! Parece que meu povo se considera imune ao inferno e por isso sem a necessidade de Deus. É como se vivessem em um mundo a parte, onde a única prioridade é buscar a satisfação pessoal, independente do que custe para alcançá-la.
No Rio Grande do Sul existe uma fome emocional e uma sede espiritual sem precedentes. Mas por que tantos estão tão inquietos, em busca de algo mais sem com isso, ligarem as suas vidas a Deus? A auto suficiência do gaúcho o tem afastado dos caminhos do Senhor.

Um comentário:

  1. Uma pena mesmo, mas a minha oração continua sendo a mesma pelo RS, "onde abundou superabundou a graça"! e sei que o trabalho de todos vocês não é vão no Senhor!
    Um dia o povo gaúcho amará a Jesus como ama suas tradições!

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