quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Onde estamos e para onde vamos?

Nova Orleans debaixo d'água, após um furacão arrasador, que destroçou milhares de moradias, varreu bairros e trouxe a ficção à realidade nua e crua. Os americanos contam seus mortos, choram por suas famílias, e vêm a fúria e a força dos incontroláveis ventos e da natureza.

Portugal em chamas. As vegetações dos arredores de Coimbra e região, ardem como o inferno, numa temperatura de centenas de graus Celsius, incandescendo casas, ruas, árvores, animais e sítios, numa patética cena de catástrofe. As chamas ardem e arrasam as florestas e lavouras da Espanha também, e mobilizam bombeiros de toda a Europa.

A Alemanha e a Áustria vêm suas cidades e vilarejos arrasados com tempestades imensas, chuvas torrenciais, que transbordam rios e córregos, e imergem lugares inteiros. Roteiros históricos, pontos turísticos, fazendas, plantações, tudo se destrói, com a fúria das águas, dos ventos e das tempestades.

Na China os tufões varrem a costa, levando tristeza e desespero a todas as províncias daquela nação hiperpopulosa. Ao mesmo tempo, nunca se viu na Índia, chuvas, ventos, tempestades e tragédias climáticas tão gigantescas e profundas. Aviões enormes, com centenas de passageiros, estão caindo em todos os continentes, alguns por motivos ainda inexplicáveis, ceifando vidas preciosas.

No Pólo Sul uma grande geleira se descola do bloco maior, devido ao derretimento das calotas, que já assusta até os mais céticos e incrédulos políticos populistas, que teimam em não fazer nada para deter o buraco na camada de ozônio. A Sibéria, local mais gelado da Rússia, está derretendo, aumentando grau por grau a sua temperatura. Longe de ser uma bênção, isso representa o desastre de toda a Europa, pois o equilíbrio se quebrou, e o mar subirá com águas avassaladoras.

No Brasil o inverno chega a 40 graus centígrados no Rio de Janeiro, e todo o sudeste está assando, como se estivesse no auge e apogeu do verão. No sul do país, antes conhecido pelo clima moderado e controlado, agora é palco dos tornados americanos, e vê cidades varridas do mapa, em ventos que descem a 200 quilômetros por hora, e que, em 1 minuto, colocam o mundo em pânico. Os meteorologistas prenunciam um grande "ciclone" para hoje e amanhã, com ameaça às vidas dos sulistas; um termo apenas diferente na intensidade para a outra palavra, que dói e faz arrepiar: F U R A C Ã O !!!

Atenção: isto não é ficção! Não se trata de estórias de suspense! Estamos falando dos fatos que estão acontecendo HOJE, AQUI, AGORA.

O Planeta Terra cambaleia como um ébrio. Até o mais extremista cético ateu reconhece que o homem conseguiu destruir o equilíbrio do sistema, e teme pela grande catástrofe apocalíptica. “De todo cambaleará a terra como o ébrio, e será movida e removida como a choça de noite; e a sua transgressão se agravará sobre ela, e cairá, e nunca mais se levantará." (Is 24:20)

Em todo o mundo acendem-se os sinais amarelos, atenção e perplexidade em extremo. "E haverá em vários lugares grandes terremotos, e fomes e pestilências; haverá também coisas espantosas, e grandes sinais do céu." (Lc 21:11)

É hora de refletir, onde estamos e para onde vamos.

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